terça-feira, 13 de agosto de 2024

 


Relato autobiográfico

 

Introdução:

 

O ano de 1957 deve ter sido um bom ano para muitos! Mais como para tudo existe um contraponto! Deve ter sido ruim para outros. Digo isto, mesmo tendo nascido em 1958. Creio que todos os seres humanos não contabilizam de forma honesta o seu tempo de vida, talvez para se sentirem mais novos, afinal ninguém gosta de estar mais velho.

E porque afirmo isto! Hora, a nossa vida não começa necessariamente no momento do parto, se for analisar de forma correta, começa quando o ovulo e fecundado pelo espermatozoide, sendo assim eu que oficialmente nasci em 13/01/1958, devo retirar nove meses já que nasci em tempo “normal”, e assim sendo minha vida começou em mais ou menos! 13 / 04 / de 1957. Vale salientar que durante minha estadia no ovulo, não conheci nenhum tipo de sofrimento, medo, ansiedade etc., foi um tempo em que eu tinha segurança total, estava em minha redoma de proteção onde nada me atingia, na minha redoma eu me alimentava, me divertia, e descansava sem a necessidade de ter nenhum tipo de projeto ou objetivo, quando estava com fome, comia (era só abrir a boca e recolher o alimento que quisesse) se estivesse com sono, era só dormir, para me divertir gostava de ficar chutando as bolhas menores que ficavam passando ao meu lado.

parte 1

sábado, 13 de janeiro de 2024

 


Parabéns Jorge 2024

Eu sou descendente Zulú
Sou um soldado de Ogum
Devoto dessa imensa legião de Jorge
Eu sincretizado na fé
Sou carregado de axé
E protegido por um cavaleiro nobre
Sim vou na igreja festejar meu protetor
E agradecer por eu ser mais um vencedor
Nas lutas nas batalhas
Sim vou no terreiro pra bater o meu tambor
Bato cabeça firmo ponto sim senhor

Eu canto pra Ogum
(Ogum)
Um guerreiro valente que cuida da gente que sofre demais
(Ogum)
Ele vem de Aruanda ele vence demanda de gente que faz
(Ogum)
Cavaleiro do céu escudeiro fiel mensageiro da paz
(Ogum)
Ele nunca balança ele pega na lança ele mata o dragão
(Ogum)
É quem da confiança pra uma criança virar um leão
(Ogum)
É um mar de esperança que traz a bonança pro meu coração
(Ogum)

Eu sou descendente Zulú
Sou um soldado de Ogum
Devoto dessa imensa legião de Jorge
Eu sincretizado na fé
Sou carregado de axé
E protegido por um cavaleiro nobre
Sim vou na igreja festejar meu protetor
E agradecer por eu ser mais um vencedor
Nas lutas nas batalhas
Sim vou no terreiro pra bater o meu tambor
Bato cabeça firmo ponto sim senhor

Eu canto pra Ogum. Um guerreiro valente que cuida da gente que sofre demais
(Ogum). Ele vem de Aruanda ele vence demanda de gente que faz
(Ogum). Cavaleiro do céu escudeiro fiel mensageiro da paz
(Ogum). Ele nunca balança ele pega na lança ele mata o dragão
(Ogum). É quem da confiança pra uma criança virar um leão
(Ogum). É um mar de esperança que traz a bonança pro meu coração
(Ogum)

Deus adiante paz e guia
Encomendo-me a Deus e a virgem Maria minha mãe
Os doze apóstolos meus irmãos
Andarei nesse dia nessa noite
Com meu corpo cercado vigiado e protegido
Pelas as armas de são Jorge
São Jorge sentou praça na cavalaria
Eu estou feliz porque eu também sou da sua companhia
Eu estou vestido com as roupas e as armas de Jorge
Para que meus inimigos tenham pés e não me alcancem
Tenham mãos e não me peguem e não me toquem
Tenham olhos e não me enxerguem
E nem em pensamento eles possam ter para me fazerem mal
Armas de fogo o meu corpo não alcançarão
Facas e lanças se quebrem sem o meu corpo tocar
Cordas e correntes se arrebentem se o meu corpo amarrar
Pois eu estou vestido com as roupas e as armas de Jorge
Jorge é da Capadócia!
Salve Jorge


sexta-feira, 22 de dezembro de 2023

 

Natal; Guerra entre Rússia e Ucrania.

Pessoas se agridem, morrem, fogem, pessoas sofrem.

Natal; Guerra entre Israel e Gaza.

Pessoas morrem, pessoas fogem, pessoas sofrem.

Natal; pessoas compram, pessoas sorriem, pessoas confraternizam.

Que bom seria se, todos os dias fossem Natal.

Mas tudo isso é utopia; somos humanos.


sábado, 6 de agosto de 2022

 

Insight

 

Não posso te dizer quanto

Em contidas palavras

Ou sinais

Ou vozes

Ou sons

Ou qualquer outra forma de expressão,

Não

Não posso.

E se fossemos

O par espacial

Do planeta puro e perdido

E se entre nos não houvesse

Essa coisa de falar,

Escrever,

Gesticular,

Dormir,

Comer, agredir,

Sofrer,

Enganar,

Tu irias sentir

Indelével e profundamente

Meu amor.

Sem palavras, sem gestos

Meu amor sem ódio.

E juntos flutuaríamos, sonharíamos,

Sem sinais, sem vozes,

Sem sons

Ou qualquer outra forma de expressão

Até o fim.

(Ruy de Carvalho)

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Parabéns para mim


Ogum (zeca Pagodinho)
Lyrics
Eu sou descendente Zulú
Sou um soldado de Ogum
devoto dessa imensa legião de Jorge
Eu sincretizado na fé
Sou carregado de axé
E protegido por um cavaleiro nobre
Sim vou nà igreja festejar meu protetor
E agradecer por eu ser mais um vencedor
Nas lutas nas batalhas
Sim vou no terreiro pra bater o meu tambor
Bato cabeça firmo ponto sim senhor
Eu canto pra Ogum
Ogum
Um guerreiro valente que cuida da gente que sofre demais
Ogum
Ele vem de Aruanda ele vence demanda de gente que faz
Ogum
Cavaleiro do céu escudeiro fiel mensageiro da paz
Ogum
Ele nunca balança ele pega na lança ele mata o dragão
Ogum
É quem da confiança pra uma criança virar um leão
Ogum
É um mar de esperança que traz a bonança pro meu coração
Ogum
"Deus adiante paz e guia
Encomendo-me a Deus e a virgem Maria minha mãe ..
Os doze apóstolos meus irmãos
Andarei nesse dia nessa noite
Com meu corpo cercado vigiado e protegido
Pelas as armas de são Jorge
São Jorge sentou praça na cavalaria
Eu estou feliz porque eu também sou da sua companhia"
Eu estou vestido com as roupas e as armas de Jorge
Para que meus inimigos tenham pés e não me alcancem
Tenham mãos e não me peguem e não me toquem
Tenham olhos e não me enxerguem
E nem em pensamento eles possam ter para me fazerem mal
Armas de fogo o meu corpo não alcançarão
Facas e lanças se quebrem se o meu corpo tocar
Cordas e correntes se arrebentem se o meu corpo amarrar
Pois eu estou vestido com as roupas e as armas de Jorge
Jorge é da Capadócia.


sábado, 31 de dezembro de 2016

A tradição do Novo Ano


A tradição do novo ano.

A tradição da passagem do ano entre os povos de quaisquer países diferenciam se muito pouco, geralmente essa passagem e realizada com muita festa, alegria, desejos e renovação de esperanças! São esperanças de sonhos que em grande parte já foram realizados e alguns que não poderão ser!
Geralmente deseja-se: saúde, paz e amor, são pedidos que em uma reflexão mais realista, iremos descobrir a incoerência.
É por qual motivo vão ser incoerentes?
No 1º caso, saúde é á ausência da doença! Salvo raras exceções em que se deseja o restabelecimento da mesma para alguém que esta enferma e nesse caso o desejo se justifica.
No 2º caso; Pede se Paz! Hora só se fala de paz quando se esta em guerra! Guerra que supõem ser contra algo ou alguém e me parece ser este algo ou alguém que só acontece devido intolerância com o outro
E finalmente o 3º caso; Amor!
Há o amor... Como podemos falar e desejar amor, se não aprendemos a amar a nos mesmos! Queremos amor! Mais dificilmente o damos na mesma proporção, amamos de varias formas e quase nunca entendemos a forma como somos amados.

Dessa forma o que desejo para os que se aventuraram a ler estas linhas e que: neste próximo ano e nos demais em que vivermos neste planeta, pratiquem um pouco mais da retórica que diz: não faça com o outro o que não gostaria que fizessem consigo próprio, e se esforcem para fazer de 2017 um ano em que ao final dele você esteja bem com você mesmo.A

domingo, 27 de novembro de 2016

Nota Social


NOTA SOCIAL
O poeta chega na estação.
O poeta desembarca,
O poeta toma um auto.
O poeta vai para o hotel.
E enquanto ele faz isso
Como qualquer homem da terra,
Uma ovação o persegue
Feito vaia.
Bandeirolas
Abrem alas,
Bandas de musicas, Foguetes.
Discursos, povo de chapéu de palha.
Maquinas fotográficas assestadas.
Automóveis imóveis
Bravos...
O poeta está melancólico.
Numa arvore do passeio publico
(melhoramento da atual administração)
Arvore gorda, prisioneira
De anúncios coloridos,
Arvore banal, arvore que ninguém vê
Canta uma cigarra, que ninguém ouve
Um hino que ninguém aplaude.
Canta, no sol danado.
O poeta entra no elevador
O poeta sobe
O poeta fecha-se no quarto.

O poeta está melancólico.