E o amor sempre nessa toada:
Briga, perdoa! perdoa briga
Não se deve xingar a vida,
A gente vive, depois esquece,
Só o amor volta para brigar,
Para perdoar.
Amor cachorro bandido trem.
Mas se não fosse ele, também
Que graça que a vida tinha?
Mariquita, dá cá o pito,
No teu pito está o infinito.
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