Pobre rei de Sião que morreu de desgosto
Por não ter um filho varão.
Pobre rei de bankok educado em Oxford,
Pequenino, bonito, decorativo
Que morreu especialmente para nos comover,
Filho que desejava, a Ásia não deu
E seu desejo de um filho era maior do que a Ásia.
Pobre rei de Sião, que camões não cantou.
Amou três mulheres em vez de dez mil
E nenhuma lhe deu um filho varão.
De sua costela real nasceu uma pequenina siamesa.
Ao vê-la, o rei caiu para trás como um europeu,
Adoeceu, bebeu um veneno terrível e morreu.
Seu coração enegreceu de repente,
O corpo ficou todo fofo.
Depois queimaram o corpo fofo e o coração preto numa
fogueira esplêndida
E a alma do rei de Sião fugiu entre os canais.
Pobre reizinho de Sião.
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